Essa música posso descrevê-la como delicada. Estava no 3º ano, véspera do dia dos namorados, algo que causou desconforto até pela situação porque ela disse na frente do próprio namorado que nunca tinha ganho nada tão fantástico como presente. Roubei a cena, mas sem querer, não tinha prestado atenção nisso!
Fiz pra uma das minhas grandes amigas (até hoje inclusive), dona Alice Lika, que carinhosamente pra mim sempre foi "Morena", e por isso o título da música. Uma amiga completamente sensível, meiga, que chora com filme de desenho animado, e que me ensinou bastante. A música fala um pouco de como eu era, fechada, e foi apenas um agrado bem dado. Um beijo, querida. Love U.
A Cor da Pele - 11/06/06
Quando eu toco, você tem um olhar sincero
Quando eu noto, só quero ter você por perto
Se eu te amo, eu nunca falo
Se você não pergunta, eu não me abro
Quando eu ganho, você que merece
Sem o seu apoio nada acontece
Se você some, eu saio pelo mundo
Mas se você chora, não posso chorar junto...
Refrão:
Esse seu jeito, a cor da pele
Com esse seu rosto não há quem negue
Um sorriso, um abraço, o que é que eu faço
Não me olhe assim, eu quase caio
Os seus defeitos, a gente esquece
Eu te ajudo se você não consegue
Não se preocupe se tem algo de errado
Conta comigo pra sempre do seu lado
Se quer fazer tudo do seu jeito
Eu te alerto, mas não nego, eu te respeito
E de algum jeito até suporto os seus vícios
Eu conto até dez desde o início
sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Por Esquecimento
Essa música tem uma história muito interessante. No meu Palco MP3, algo semelhante ao My Space, um certo letrista, de nome Flávio Patrocínio do estado de Goiás, fez contato comigo elogiando uma das minhas músicas e deixou o site dele com várias letras para que eu musicasse a que quisesse. Pois bem.
Simples, direta e intensa. Essa letra me descreve, e eu me apaixonei por ela a ponto de me empenhar em fazer algo sutil, porém denso.
Assim ela se fez. Flávio foi meu segundo parceiro musical, falei com ele primeiramente por email pedindo permissão. Quando a música ficou pronta, enviei a ele. No dia seguinte, ele me ligou. Dava pra ver a felicidade que ele tinha ficado, mas mal sabia ele que minha felicidade era tão grande quanto a dele.
Espero que gostem. A música é do dia 8 de abril de 2007.
Por Esquecimento – Flávia Ellen & Flávio Patrocínio
Por esquecimento
Deixas comigo
Teu corpo no meu
Descuidada que és
Levas contigo
Meu corpo no teu
Então não sei
Se o teu se entregou
Ou se o meu se deu
Simples, direta e intensa. Essa letra me descreve, e eu me apaixonei por ela a ponto de me empenhar em fazer algo sutil, porém denso.
Assim ela se fez. Flávio foi meu segundo parceiro musical, falei com ele primeiramente por email pedindo permissão. Quando a música ficou pronta, enviei a ele. No dia seguinte, ele me ligou. Dava pra ver a felicidade que ele tinha ficado, mas mal sabia ele que minha felicidade era tão grande quanto a dele.
Espero que gostem. A música é do dia 8 de abril de 2007.
Por Esquecimento – Flávia Ellen & Flávio Patrocínio
Por esquecimento
Deixas comigo
Teu corpo no meu
Descuidada que és
Levas contigo
Meu corpo no teu
Então não sei
Se o teu se entregou
Ou se o meu se deu
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Sinceras palavras
Essa música foi a primeiríssima. Foi sim um desabafo, feita para minhas duas melhores amigas na época. Nós havíamos rompido relações por causa de um mal entendido que nunca compreendi direito e infelizmente permanecemos assim até hoje. Claro que com o crescimento pessoal convivemos normalmente, mas deixaram de ser amigas, apesar de que o carinho que tenho por elas não mudou.
Ainda não penso em gravá-la, até pela imaturidade que ela apresenta. A música é de outubro de 2004, eu tinha frescos 15 anos.
1. Sinceras Palavras – Flávia Ellen ?/10/04
Quando te vejo me desespero
Não dá mais, essa situação tem que se resolver
Cada dia que passa sinto você mais distante
Sinto que estou te perdendo, mas não sei o que fazer
Acho que não tem mais volta
Talvez tenha, mas não sei qual
E deixo meu orgulho de lado para te dizer
Com as mais sinceras palavras
Sinto muito, não era minha intenção te fazer sofrer
E se um dia o pesadelo acabasse
Faltaria apenas te prometer
Que os meus erros, seus erros, eu iria esquecer
Me aventurei por você a ponto de não me arrepender
Se voltasse no tempo não mudaria nada
É a minha obrigação, é o meu jeito de ser
Foi tudo tão perfeito, mas é melhor esquecer
Acho que não tem mais volta
Talvez tenha, mas não sei qual
E deixo meu orgulho de lado para te dizer
Com as mais sinceras palavras
Sinto muito, não era minha intenção te fazer sofrer
E se um dia o pesadelo acabasse
Faltaria apenas te prometer
Que os meus erros, seus erros, eu iria esquecer
E deixo meu orgulho de lado para te dizer
Com as mais sinceras palavras
Sinto muito, não era minha intenção te fazer sofrer
Eu ficaria tão feliz
Se um dia você viesse me dizer
Que também está disposto a me entender
Ainda não penso em gravá-la, até pela imaturidade que ela apresenta. A música é de outubro de 2004, eu tinha frescos 15 anos.
1. Sinceras Palavras – Flávia Ellen ?/10/04
Quando te vejo me desespero
Não dá mais, essa situação tem que se resolver
Cada dia que passa sinto você mais distante
Sinto que estou te perdendo, mas não sei o que fazer
Acho que não tem mais volta
Talvez tenha, mas não sei qual
E deixo meu orgulho de lado para te dizer
Com as mais sinceras palavras
Sinto muito, não era minha intenção te fazer sofrer
E se um dia o pesadelo acabasse
Faltaria apenas te prometer
Que os meus erros, seus erros, eu iria esquecer
Me aventurei por você a ponto de não me arrepender
Se voltasse no tempo não mudaria nada
É a minha obrigação, é o meu jeito de ser
Foi tudo tão perfeito, mas é melhor esquecer
Acho que não tem mais volta
Talvez tenha, mas não sei qual
E deixo meu orgulho de lado para te dizer
Com as mais sinceras palavras
Sinto muito, não era minha intenção te fazer sofrer
E se um dia o pesadelo acabasse
Faltaria apenas te prometer
Que os meus erros, seus erros, eu iria esquecer
E deixo meu orgulho de lado para te dizer
Com as mais sinceras palavras
Sinto muito, não era minha intenção te fazer sofrer
Eu ficaria tão feliz
Se um dia você viesse me dizer
Que também está disposto a me entender
Promessa é dívida
Meus caros amigos leitores...
Promessa é dívida e eu havia comentado com alguns de vocês que passaria a publicar minhas letras, algumas já conhecidas, outras sequer imaginadas. Uma por dia é mais do que suficiente.
Espero que gostem, se não gostarem critiquem negativamente, tais críticas são muito bem vindas.
Em cada música contarei alguma curiosidade, talvez aquilo que a tenha inspirado, coisas sutis.
Beijo grande!
Promessa é dívida e eu havia comentado com alguns de vocês que passaria a publicar minhas letras, algumas já conhecidas, outras sequer imaginadas. Uma por dia é mais do que suficiente.
Espero que gostem, se não gostarem critiquem negativamente, tais críticas são muito bem vindas.
Em cada música contarei alguma curiosidade, talvez aquilo que a tenha inspirado, coisas sutis.
Beijo grande!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Mais um retrato
Ártemis : Deusa da caça e da Lua, filha de Zeus e de Leto, irmã gêmea de Apolo. A mulher Ártemis é atlética, aprecia a vida ao ar livre e os animais. Ama a natureza e dedica-se à proteção do meio ambiente. Respeitada, sabe viver só e sente-se bem assim, personifica o espírito feminino independente. Ela objetivava qualquer alvo e sempre acertava. A capacidade de concentração e o direcionamento possibilitam-na atingir qualquer meta. Ártemis como deusa virgem, era imune de se apaixonar e representa um sentido de integridade, uma atitude de cuidar de si mesma. Esse arquétipo possibilita a mulher sentir-se completa sem um homem. Representa as qualidades do movimento feminista: empreendimentos e competência, independência dos homens e das suas opiniões, e preocupação pelos atormentados, pelas mulheres fracas e pelos jovens. Possui afinidade com a selva, é responsável pela identificação que algumas mulheres experimentam entre si mesmas e a natureza, quando saem com mochilas pelas montanhas, adormecem no luar, caminham numa praia deserta etc. Empenha-se no trabalho que tem valor subjetivo para ela. È estimulada pela competição e não se amedronta com oposições. Os interesses perseguidos por ela não têm valor comercial e não conduzem a uma carreira. Algumas vezes, o interesse é estreitamente pessoal ou fora do comum. Costuma ser fraternal em seus relacionamentos, amigável, valoriza o companheirismo e a independência que cada parceiro permite ao outro.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O mais belo céu azul de março
Já há algum tempo eu sentia falta dos meus calafrios. Um vento que batia às minhas costas semi-nuas tentava provocar semelhante sensação. Tinha certeza que não provocaria, mas me faz bem o sentimento de passar e tentar levar.
Era nostálgica à época. Meu coração estava um pouco aflito, sem a serenidade costumeira, e carregava tristeza. Tristeza que poderia passar despercebida de todos; sempre soube me esconder muito bem - inclusive quando não deveria. E passou, até o momento em que tinha urgência de me sentir bem novamente.
Comecei por onde sempre começo. Meus versos, que se tornaram muito delicados ao fim da última estrofe. Um desabafo em acordes perfeitamente imaginados que carregavam todo o sentimento. Iniciava ali uma nova procura.
Sequer imaginava encontrar o desconhecido. E encontrei numa página de um caderno velho o início de um novo amor. O único que seria capaz de acalmar minha face rubra e febril antes de adormecer.
Pra minha surpresa, tudo aconteceu como mágica e rapidamente. Quando dei por mim,as folhas caíam secas mais uma vez. Outono. Havia passado quase um ano desde a folha do caderno, e tudo tinha a mesma intensidade.
Cada dia como se fosse a primeira vez. Cada dia indescritivelmente seco, com céu limpo, sem nuvens. Nenhum distúrbio. Nenhum. A calmaria você me trouxe novamente. O vento soprava mais brando, sem necessidade de preencher meu espaço. Duvidaria de tudo se fosse em outro tempo. Me dei de novo uma chance.
Chance que não perderia por nada quando, enfim, pude tranquila e serenamente fechar meus olhos ao seu lado e me recostar no seu colo. De onde eu não imaginava que nunca mais sairia.
E sei bem que sempre me recordarei desse dia em que não me lembro do tempo, nem do vento, mas meus olhos só enxergavam o que queriam ver: o mais belo espetáculo que um dia de Sol pode oferecer.
Era nostálgica à época. Meu coração estava um pouco aflito, sem a serenidade costumeira, e carregava tristeza. Tristeza que poderia passar despercebida de todos; sempre soube me esconder muito bem - inclusive quando não deveria. E passou, até o momento em que tinha urgência de me sentir bem novamente.
Comecei por onde sempre começo. Meus versos, que se tornaram muito delicados ao fim da última estrofe. Um desabafo em acordes perfeitamente imaginados que carregavam todo o sentimento. Iniciava ali uma nova procura.
Sequer imaginava encontrar o desconhecido. E encontrei numa página de um caderno velho o início de um novo amor. O único que seria capaz de acalmar minha face rubra e febril antes de adormecer.
Pra minha surpresa, tudo aconteceu como mágica e rapidamente. Quando dei por mim,as folhas caíam secas mais uma vez. Outono. Havia passado quase um ano desde a folha do caderno, e tudo tinha a mesma intensidade.
Cada dia como se fosse a primeira vez. Cada dia indescritivelmente seco, com céu limpo, sem nuvens. Nenhum distúrbio. Nenhum. A calmaria você me trouxe novamente. O vento soprava mais brando, sem necessidade de preencher meu espaço. Duvidaria de tudo se fosse em outro tempo. Me dei de novo uma chance.
Chance que não perderia por nada quando, enfim, pude tranquila e serenamente fechar meus olhos ao seu lado e me recostar no seu colo. De onde eu não imaginava que nunca mais sairia.
E sei bem que sempre me recordarei desse dia em que não me lembro do tempo, nem do vento, mas meus olhos só enxergavam o que queriam ver: o mais belo espetáculo que um dia de Sol pode oferecer.
sábado, 31 de julho de 2010
Falar de si
Não, eu não sou tão delicada quanto menininhas de 1,60m (nada contra as baixinhas, mas a grande maioria se encaixa no estereótipo de "patricinha" - nada contra elas também).Mas não há foto em que você me ache linda que me camufle de maquiagem. Eu sou aquilo mesmo. Preto no branco. Hummmmmm, meu amado preto e branco. Não, não vou falar de futebol.
Eu sou sensível e racional, a quem pergunte. Sou romântica quando devo ser. E sou irresistível quando quero. Ah, se sou. E confiante, deu pra perceber. Se eu não confiar em mim primeiramente, acabou. Acabo eu. Sou independente, e nunca egoísta.
Mas não sei ser arrogante. Mamãe ensinou que tem quatro coisas que levam ao sucesso: educação, gentileza, persistência e humildade. Por isso não estranhe se eu lhe abrir a porta do carro, se eu lhe der chocolates num dia comum, se eu falar bom dia em um elevador que leva as mesmas pessoas todos os dias e ainda assim elas não se falam. Não gosto muito de elogios. Gosto de afagos.
Ah, eu adoro uma gentileza. Adoro arrancar sorrisos. Por isso canto. Canto pra encantar pessoas. Canto pra cantar homens quando quero, qual o problema? Tenho dessa mesmo...essa tal de atitude, não vejo mal algum. Componho também. Mas isso começou pra extravasar, sabia? Apesar de toda essa descrição de minha pessoa, eu sou fechada. Guardo minhas coisas comigo...fico mais em silêncio, escuto mais que falo, falo menos que canto. Canto minha vida, minha poesia.
Jogo charme. E esse é meu grande aliado. Jogo charme inclusive quando escrevo, mas sou sutil. Nada em mim será vulgar...nunca. Sutileza e eu combinamos como mamão e mel.
Não precisa ter cuidado para não cair nele.
Não ofereço perigo.
* Falar um pouco de si é bom. Principalmente pra notar aonde precisamos mudar, o que precisamos melhorar, e os motivos pelos quais estamos ou não sozinhos. Não falei de minhas preferências, mas apenas daquilo que vejo em mim. E esse post não é do meu querido Artur Peixoto, esse é meu mesmo. Flávia Ellen, muito prazer.
Eu sou sensível e racional, a quem pergunte. Sou romântica quando devo ser. E sou irresistível quando quero. Ah, se sou. E confiante, deu pra perceber. Se eu não confiar em mim primeiramente, acabou. Acabo eu. Sou independente, e nunca egoísta.
Mas não sei ser arrogante. Mamãe ensinou que tem quatro coisas que levam ao sucesso: educação, gentileza, persistência e humildade. Por isso não estranhe se eu lhe abrir a porta do carro, se eu lhe der chocolates num dia comum, se eu falar bom dia em um elevador que leva as mesmas pessoas todos os dias e ainda assim elas não se falam. Não gosto muito de elogios. Gosto de afagos.
Ah, eu adoro uma gentileza. Adoro arrancar sorrisos. Por isso canto. Canto pra encantar pessoas. Canto pra cantar homens quando quero, qual o problema? Tenho dessa mesmo...essa tal de atitude, não vejo mal algum. Componho também. Mas isso começou pra extravasar, sabia? Apesar de toda essa descrição de minha pessoa, eu sou fechada. Guardo minhas coisas comigo...fico mais em silêncio, escuto mais que falo, falo menos que canto. Canto minha vida, minha poesia.
Jogo charme. E esse é meu grande aliado. Jogo charme inclusive quando escrevo, mas sou sutil. Nada em mim será vulgar...nunca. Sutileza e eu combinamos como mamão e mel.
Não precisa ter cuidado para não cair nele.
Não ofereço perigo.
* Falar um pouco de si é bom. Principalmente pra notar aonde precisamos mudar, o que precisamos melhorar, e os motivos pelos quais estamos ou não sozinhos. Não falei de minhas preferências, mas apenas daquilo que vejo em mim. E esse post não é do meu querido Artur Peixoto, esse é meu mesmo. Flávia Ellen, muito prazer.
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